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quinta-feira, 15 de maio de 2014

Radicais islâmicos do Boko Haram executam menino cristão


Radicais islâmicos do Boko Haram executam menino cristãoGrupo de radicias consideraram que menino poderia se tornar pastor. A filha de um pastor morto por terroristas do Boko Haram relatou a jornalistas detalhes da perseguição religiosa que os extremistas islâmicos tem feito aos cristãos na Nigéria. A menina, que sobreviveu ao ataque, agora está exilada nos Estados Unidos e disse que os radicais pretendem erradicar os cristãos do país.
Aos jornalistas, Deborah Peters revelou detalhes do diálogo entre extremistas, que cogitaram deixar seu irmão vivo após terem matado seu pai, que era pastor. Os jihadistas do Boko Haram, no entanto, optaram por matá-lo porque ele poderia se tornar um pastor ou missionário quando crescesse.
“Era 7:30 e três homens bateram na porta e perguntou onde meu pai estava. Eles o levaram ao banheiro e gritaram para ele negar sua fé. Ele disse que não o faria, e eles dispararam três vezes em seu peito”, narrou Deborah, 15 anos, que vivia num vilarejo em Chibok, uma das regiões da Nigéria mais atacadas pelos extremistas.
Depois disso, a adolescente de 15 anos afirmou que os homens debateram sobre o destino do menino, e chegaram ao consenso de matá-lo: “Eles atiraram no meu irmão duas vezes no peito e ele caiu”, disse Deborah.
O ataque contra esta família cristã aconteceu em 2011, e foi trazido à tona recentemente, durante um evento promovido pelo Instituto Hudson, nos Estados Unidos, de acordo com informações do WND.
Boko Haram, que significa “a educação ocidental é pecado”, é um grupo terrorista de radicais muçulmanos que pretendem transformar a Nigéria num estado islâmico. Atualmente, toda a comunidade internacional voltou suas atenções para as ações do grupo por conta de dois sequestros de quase 300 estudantes, em sua maioria cristãs, nos últimos 30 dias.

Fonte: Gospel Mais

Cristão morre 24 horas após recusar se converter ao islã


Cristão morre 24 horas após recusar se converter ao islã
Jovem paquistanês Haroon Haidar foi morto a tiros em abril desse ano.O jovem cristão paquistanês Haroon Haidar foi morto a tiros em abril desse ano 24 horas após recusar se converter ao islã. Inicialmente, o proprietário da arma alegou que o caso tratava-se de um suicídio; o resultado da autópsia, porém, levantou dúvidas quanto a essa declaração. A família está certa de que Haroon foi assassinado por permanecer fiel a Cristo.

O relatório do médico legista do estado de Punjab, divulgado em 16 de abril, indica que o cristão sofreu duas lesões no crânio, levantando dúvidas de que o jovem de 24 anos, que é casado e pai de dois filhos, teria se matado. Parentes de Haroon Haidar pediram ao médico, Dr. Rizwan Naseer, para esclarecer se as duas lesões são resultado de dois tiros separados, o que indicaria que alguém disparou o primeiro tiro, fatal.

O pai de Haroon Haidar, Haidar Masih, disse que seu filho havia sido ameaçado no dia anterior por um colega de trabalho irritado com a sua recusa de se converter ao islã.

Era cerca de 9h, no dia 16 de abril, quando Haidar Masih, trabalhando na imprensa do Paquistão, recebeu a notícia de que seu filho, Haroon, tinha sido morto. Ele correu para o local, em Lahore, onde um Banco Paquistanês Islâmico está em construção, e onde Haroon trabalhava como varredor. A polícia já havia isolado a área.

No local, Haidar Masih disse que foi informado pela polícia que um guarda de segurança, Umar Farooq, a única pessoa presente com Haroon no prédio no momento do incidente, havia dito à polícia que tinha deixado a sua espingarda na mesa e tinha ido ao banheiro no andar de cima, de onde ouviu o tiro. "A polícia me informou que o guarda disse que, assim que ouviu o barulho, correu lá embaixo, onde ele viu que Haroon tinha se suicidado, atirando na testa com a arma", relatou Haidar Masih ao World Watch Monitor.

Cinco horas mais tarde, a família e os parentes foram autorizados a ver o corpo. "Todo o crânio acima das sobrancelhas tinha sido arrancado, enquanto o corpo estava na postura sentada no sofá", disse Khalid Shehzad, diretor de um centro social em Lahore que fornece alimentação, educação e assistência jurídica para os cristãos. Ele mora perto da casa de Haidar Masih.

Shehzad informou ao World Watch Monitor que parentes e amigos de Haroon Haidar disseram que ele não mostrava sinais de depressão ou estava inclinado para o suicídio. "Em vez disso, disseram que ele estava bem casado e era uma pessoa bem composta", disse Shehzad.

A viúva, Hina Bibi, disse que seu marido era um homem fiel e que eles estavam levando uma vida feliz. "Eu não acredito que meu marido se matou", disse ela. "Nós tínhamos planos para dar um futuro melhor para as crianças, enviando-os à escola para uma vida respeitável na sociedade...".

Shehzad disse que a polícia, relacionando a morte como suicídio, inicialmente não queria registrar o caso. Eles cederam tarde da noite, depois que dezenas de cristãos bloquearam a estrada.

No relatório da polícia, na Delegacia de Naulakha, Haidar Masih informou que seu filho havia lhe dito um dia antes de morrer que havia sido ameaçado em seu local de trabalho por causa de suas crenças religiosas.

"O guarda de segurança do banco, Umar Farooq, o forçou a se converter ao islã e em caso de recusa, ele iria matá-lo", Haidar Masih testemunhou no relatório.
O relatório da autópsia conclui que "a causa da morte, neste caso, é a lesão total (do cérebro com arma de fogo".
"O relatório pós-morte não explica muito, então apresentamos o pedido para que os médicos esclareçam se um ou dois tiros foram disparados", disse Arif. Ele também disse que a arma está sendo inspecionada para coleta de impressões digitais.

O primo de Haroon Haidar, Parvaiz Babloo, que estava de plantão como varredor no Hospital Mayo da Universidade Médica King Edward quando o corpo de seu primo foi levado, disse que a polícia pediu às autoridades para declarar a morte como um suicídio.

"O médico claramente recusou e pediu à polícia que primeiro registrasse um caso criminal, e em seguida, a autópsia podia ser realizada", disse Babloo ao World Watch Monitor. Ele disse ainda que os médicos tinham certeza de que não era um caso de suicídio e, mais tarde foram pressionados pela polícia. 

"Se não tivéssemos protestado e bloqueado a estrada, a polícia teria conseguido suprimir este caso", acrescentou.
 

Fonte: Portas Abertas

Cpad News

Esposa de pastor queimado vivo no Quênia faz um pedido aos irmãos

Portas Abertas visitou Damaris, viúva de Jackson Kioko, um dos pastores mortos em ataque de muçulmanos radicais



Colaboradores da Portas Abertas visitaram Damaris, viúva de Jackson Kioko, um dos pastores queimados vivos, no Quênia, em um ataque de muçulmanos radicais contra cristãos.

Ao chegarem à casa simples e confortável dos Kioko, Damaris delicadamente levou os visitantes para dentro. Já no início da conversa, os convidados haviam adquirido uma comunhão tão grande que era evidente a dor que ainda machucava o coração de Damaris; ela ficava visivelmente sem fôlego ao falar sobre Jackson.

"Ele era um evangelista apaixonado, que viveu para cumprir apenas uma função, pura e simples: transformar o maior número possível de pessoas em discípulos do Reino de Deus. Ele era um trabalhador muito esforçado e confiável", disse Damaris. 

Ao final do encontro, Damaris fez um importante pedido aos visitantes: "Peço mais orações, por favor! É tão difícil! Ni mzigo siwezi kubeba peke yangu (é um fardo que eu não tenho força para carregar sozinha). Ajude-me a carregá-lo através de suas orações. Eu não sei como passar por isso. Eu preciso de Deus, preciso dEle para me impulsionar para frente, para me levar adiante. Eu preciso que o Pai me tome em seus braços, pois eu não posso andar. Tudo o que preciso agora é de Deus. Orem por mim".

Pedidos de oração

- Louve ao Senhor pelo bom testemunho de fé e serviço que Jackson prestou ao Reino de Deus, e que sobreviveu após sua morte.

- Interceda para que o Espírito Santo console o coração de Damaris nesse momento de dor.

- Ore pela salvação dos radicais que atacaram e mataram Jackson e outros cristãos.


Fonte: Portas Abertas

terça-feira, 6 de maio de 2014

Cristão foi torturado, mas não negou a sua fé


Cristão foi torturado, mas não negou a sua fé

Samir foi detido após denúncia anônima.
"Os justos florescerão como a palmeira, crescerão como o cedro do Líbano." (Salmos 92.12)
Em uma das viagens ao norte da África, Samir*, um cristão devoto e ousado, nos contou sobre a ocasião em que a polícia fez uma inspeção em sua casa – parecia tratar-se de uma denúncia anônima. Samir foi obrigado a entregar seu laptop para averiguação. Ele conta: "Sem uma explicação prévia eu fui detido pela polícia e levado de olhos vendados. Foi quando, ao ouvir gemidos, eu percebi que estavam me encaminhando a uma ‘câmera de torturas’. Os oficiais me faziam perguntas como: ‘Por que você é um cristão? Por que você é contra o islamismo?’. Mas Deus me dava as respostas certas a cada nova questão". 
"Sim, sou cristão. Provem que sou contra o islamismo", ele respondia ousadamente. Por três dias seguidos, a polícia o manteve sem dormir, para desequilibrá-lo emocionalmente pela privação de sono e alimentação, além da violência física. Por outras vezes, Samir era obrigado a se despir para ser agredido com jatos de água fervendo. Por fim, o chefe de polícia apareceu e disse: "Você pode ir, mas nós vamos vigiá-lo". 
Apesar de sofrer de ansiedade, Samir continua servindo a Deus e florescendo como a palmeira (planta que tem um significado muito representativo para o povo marroquino). Ele viaja e faz visitas de encorajamento aos seus irmãos na fé.
Pedidos de oração
- Agradeça a Deus porque muitos cristãos, ainda que secretamente, permanecem firmes na fé e não desistem de segui-lo.
- Interceda pela vida de Samir e de outros cristãos do Marrocos, que arriscam sua vida para manter a fé e para encorajar outros.
- Peça a Deus que ministre sua graça na vida daqueles que, como Samir, são presos e torturados por causa de sua fé em Jesus.
*O nome verdadeiro foi alterado por motivos de segurança.
Fonte: Portas Abertas

Via: CPADNEWS

sábado, 3 de maio de 2014

Cristãos voltam a ser crucificados na Síria

Cristãos voltam a ser crucificados na SíriaCristãos voltam a ser crucificados na Síria
Cristãos da cidade de Maaloula contaram como tiveram de fugir de sua cidade no final de 2013 após a chegada de extremistas islâmicos no início do mês passado. “Os jihadistas gritavam: converta-se ao Islã ou vocês serão crucificados como Jesus”, afirmam os sobreviventes.Enquanto a guerra civil continua arrasando a Síria, multiplicam-se os relatos de ataques de muçulmanos jihadistas a cidades predominantemente cristãs. O país está vendo desde 2011 a tentativa de extermínio do cristianismo ser o alvo principal dos guerrilheiros rebeldes.
Além de crucificações, de tempos em tempos surgem relatos de cristãos decapitados. No não passado circularam muitas imagens de cristãos tendo suas cabeças cortadas publicamente na cidade de Keferghan. Os fotógrafos da revista Time trouxeram à tona várias dessas fotos.
Esta semana novamente surgiram imagens fortes do martírio de cristãos na Síria. O Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma entidade civil com sede em Londres, divulgou imagens de execuções públicas na cidade de Raqqa, ao norte da Síria.
Existem vários relatos contraditórios na imprensa internacional, sem haver consenso se os homens foram mortos antes ou durante a crucificação. Outros afirmam que se tratam de execuções com motivação política e não religiosa.
O fato é que, segundo o Observatório Sírio, os executores pertencem a um grupo radical chamado Estado Islâmico do Iraque e da Síria (abreviados como ISIS em inglês). O mesmo que publicou vídeos terríveis da morte de cristãos no passado. Uma das faixas colocadas sobre os corpos diz apenas “Este homem lutou contra os muçulmanos”. Sabe-se que desde o início deste ano, os cristãos moradores de Raqqa começaram a ser cobrados por uma espécie de “imposto de proteção”. Os cultos não muçulmanos foram proibidos, assim como o uso de símbolos religiosos cristãos.
cristãos-cruficiados
Hoje, o papa Francisco afirmou durante a homilia da missa que realiza toda manhã em sua residência no Vaticano. “Eu chorei quando vi nos meios de comunicação a notícia de que cristãos tinham sido crucificados em certo país não cristão”. Ele citou passagens da Bíblia e lembrou a perseguição dos primeiros cristãos. O pontífice lembrou ainda que “existem países em que você pode ser preso apenas por levar o Evangelho”. A Rádio Vaticano vem dando espaço às declarações da freira Raghida, que vem denunciando a meses que cristãos são crucificados seguidamente nos povoados tomados por grupos de muçulmanos extremistas.Com informações Catholic Herald  e CNN.

Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Criança cristã fica sob a mira de rifles na Síria


Foto gerou revolta nas mídias sociais.
Uma imagem chocante de uma criança sendo ameaçado com uma virou símbolo do apoio ao presidente da Síria, Bashar al-Assad. As eleições presidenciais devem ocorrer em junho.
A mensagem clara, onde rebeldes sírios seguram uma criança aterrorizada diante de três pessoas empunhando armas foi publicada na internet por um suposto membro da fação rebelde Exército Livre da Síria. A legenda diz “Nosso refém mais jovem dentre as seitas hostis de Kessab”.
A autenticidade da imagem é questionada. Mesmo assim, acredita-se que foi tirada em Kessab, um vilarejo predominantemente cristão, perto da fronteira com a Síria com a Turquia. O nome da criança não foi divulgado, mas os analistas não tem dúvida que, a julgar pelos trajes, pertence à minoria cristã.
Os líderes muçulmanos dizem que é uma estratégia do governo para aumentar o apoio ao regime ditatorial de Assad. Ao mesmo tempo provocou uma reação considerável contra grupos rebeldes sírios nas mídias sociais de língua árabe. Partidários do presidente Assad estão espalhando a fotografia como parte da campanha. No Twitter e no Facebook a legenda mais usada era “terroristas assassinos”.
O fato é que os islâmicos que invadiram a região deixaram um rastro de destruição: igrejas foram devastadas, casas queimadas e mais de 2.000 pessoas expulsas de seus lares. Há registro de centenas de cristãos em Kessad sendo sequestrados. Não há notícias oficiais se continuam vivos.
Trata-se de mais um capítulo nesse conflito sangrento e brutal que já matou mais de 150 mil pessoas. A parcela da população que mais sofreu no embate entre os dois grupos muçulmanos rivais foram os cristãos.
Desde o início do conflito, em 2011, uma série de denúncias vem sendo feitas, incluindo a crucificação e a decapitação daqueles que não seguem a fé islâmica. Com informações Daily Mail

Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Cristãos são Crucificados na Síria por jihadistas


Cristãos que se recusaram a professar a fé muçulmana ou pagar resgate foram crucificados por jihadistas nesta sexta-feira na Síria, denunciou uma freira síria à Rádio Vaticano.

De acordo com a irmã Raghid, ex-diretora da escola do patriarcado grego-católico de Damasco, e que agora vive na França, "em cidades ou vilas ocupadas por elementos armados, os jihadistas e todos os grupos extremistas muçulmanos oferecem aos cristãos a shahada (a fé muçulmana) ou a morte. Em alguns casos pediram resgate".

"Por ser impossível renunciar à sua fé, sofreram o martírio. E o martírio de uma maneira extremamente desumana, de extrema violência. Em Maalula, por exemplo, crucificaram dois jovens porque eles recusaram a shahada".

"Em outra ocasião, um jovem foi crucificado em frente a seu pai, que foi morto em seguida. Isso aconteceu em Abra, na zona industrial na periferia de Damasco", relatou.

De acordo com ela, depois dos massacres, os jihadistas "pegaram as cabeças das vítimas e jogaram futebol com elas", e ainda levaram os bebês das mulheres e "os penduraram em árvores com os seus cordões umbilicais".

A Rádio Vaticano publicou esta entrevista nesta Sexta-feira Santa, dia que a Igreja lembra a crucificação de Cristo em Jerusalém.

Enquanto a guerra civil cria espaço para massacres cometidos por todas as partes, a minoria cristã se posciona a favor do regime de Bashar al-Assad , temendo justamente os islâmicos.


Como a Síria não tem petróleo… O mundo não faz nada.

Via:  Genizah